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 03/04/2019 

Fronteiras da medicina: manipulação genética e nanotecnologia

Dentre os avanços tecnológicos com maior potencial de transformar a prática médica, Claudio Ferrari, um dos coordenadores científicos do DOCTALKS, destaca a manipulação genética e o uso de nanotecnologia para estimular a imaginação dos médicos na segunda edição do evento




A tecnologia deve transformar profundamente a medicina, em um prazo muito curto. Muitas inovações que poucas décadas atrás pareceriam retiradas de livros de ficção científica já estão sendo incorporadas à prática médica – robótica, inteligência artificial e impressão 3D – e o ritmo desta transformação, de fato, assusta. 

Para estimular o debate entre as lideranças médicas presentes no encontro, Claudio Ferrari decidiu trazer para o encontro pesquisadores profundamente envolvidos com dois temas de grande potencial transformador: manipulação genética e nanotecnologia. 

O módulo será dividido em dois momentos: no primeiro, a Profª. Dra.Clarissa Ribeiro Rocha, reconhecida pesquisadora de biotecnologia, no Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de São Paulo (USP), falará sobre as técnicas de manipulação genética e a perspectiva de transformação do tratamento de doenças genéticas ou mesmo adquiridas. Isso já é uma realidade? Quais perspectivas reais que temos diante disso?

O outro tema do módulo será discutido pelo Prof. Dr. Claudio Augusto Oller do Nascimento, engenheiro químico e professor titular do Instituto de Química da USP. Oque é nanotecnologia? Como se dá a criação de nanopartículas e nanoestruturas? Quais seus possíveis usos na medicina?

“No contexto atual, escolher dois temas para discutir inovação não foiuma tarefa simples. Esperamos estimular as conversas entre as lideranças médicas presentes e, quem sabe, proporcionar insights que se transformem em novos projetos de pesquisa para o Brasil”, afirma Claudio Ferrari.



 13/12/2018 

Traçando o perfil de um líder: cérebro e estratégias

Em qualquer grupo (não apenas humano), após um período de múltiplas e complexas interações entre os diversos membros, emerge um líder.




Esta pessoa destaca-se do grupo (e no grupo), por uma série de características que permitem alavancar o crescimento deste grupo para aquilo que se propõe. Tal crescimento necessariamente depende da participação ativa e ‘colaborativa’ do maior número possível de integrantes do grupo. Acima de tudo, o papel do líder é transitar na linha tênue entre o exercício da autoridade e a capacidade de motivar o grupo e catalisar o engajamento do maior número de indivíduos nas estratégias traçadas para que objetivos sejam alcançados. Sem um líder, um grupo não ‘deslancha’.

Mas como surge este líder?

Esta atividade iniciará por uma breve revisão ‘focada’ em circuitos cerebrais subjacentes ao nosso funcionamento em sociedade (’o cérebro social’), buscando mostrar a organização anatômica de funções cerebrais relacionadas aos papéis de liderança:

“A neuro-anatomia da liderança” (A Palmini).

A seguir, profissionais de distintas áreas com expressiva e demonstrada capacidade de liderança, vão relatar suas vivências ‘de líder’, justamente enfatizando as principais habilidade para exercer a liderança e os principais desafios que enfrentaram ao longo de suas jornadas. Esta segunda parte da atividade terá o título de: “Interação entre líderes: habilidades e desafios da liderança".



 08/03/2018 

Temáticas do Doctalks debatem questões pertinentes ao cenário atual da medicina brasileira

É possível evitar a corrupção ao entender o cérebro dos corruptos? Fazer o bem é algo que vicia? A tecnologia salvou a saúde em São Paulo? Essas temáticas serão discutidas no DOCTALKS - Médicos Liderando a Mudança, evento promovido nos dias 9 e 10 de março para aprofundar o entendimento de temas importantes da sociedade brasileira, sobretudo na rotina médico.




A grande parte dos assuntos tratados nos painéis e palestras são baseados em temáticas como os modelos de gestão atual na medicina brasileira, a relação entre comunidade científica e indústria farmacêutica, mudanças tecnológicas, entre outros, todos temas importantes para a medicina do século 21.

Em destaque palestras como "Corrupção - É possível evitar a corrupção? O cérebro dos corruptos" (9/3, às 15h20), ministrada pelo psiquiatra Pedro do Prado Lima, que deve discorrer sobre o sistema de recompensa no cérebro e como isso é refletido na questão da corrupção.

“São Paulo encontrou uma saída no mundo digital?” (9/3, às 18h30), palestra apresentada pelo secretário de saúde de São Paulo, Wilson Pollara, que conta um pouco sobre como a tecnologia está sendo integrada nos serviços de saúde da capital paulistana.

O último destaque é a palestra do diretor da cirurgia torácica da Santa Casa (RS), Jose de Jesus Camargo, “A Sensação Viciante de Fazer o Bem” (10/3, às 12h30), conferência que finaliza o Doctalks e conta um pouco sobre como fazer o bem é uma sensação positiva e que pode ser condicionada.



 06/03/2018 

A Medicina que exercemos hoje pode ser considerada um sucesso? Precisamos encarar esta questão com seriedade

Além de se preocupar em realizar um atendimento mais humanizado e tratar correto as patologias, existem muitas outras preocupações no dia a dia dos profissionais de saúde.




Falta de preparação, mercado de trabalho concorrido e ensino médico de qualidade são alguns dos grandes desafios enfrentados por médicos na atualidade. Para debater e chegar à conclusões sobre o cenário atual da medicina no Brasil e no mundo, o Doctalks promove no dia 9 de março, às 17h30, o debate "Medicina: Uma profissão na encruzilhada, carreira, mercado, honorários, "boom" de escolas de medicina, desafios de hoje e amanhã".

O coordenador da mesa será o chefe de gastroenterologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Mário Reis Alvares-da-Silva e, em sua opinião, dentre todos as questões que barram o exercício pleno e satisfatório da medicina, o que se destaca é o estado dos locais de trabalho. "As próprias condições para exercer o ofício da medicina deixam muito a desejar. Além disso, o excesso de trabalho é outro problema que afeta a maioria dos nossos profissionais. Para mim, essas são as maiores dificuldades no exercício da medicina atualmente", explica ele.

Com o tempo, o perfil dos médicos também mudou muito, e é preciso criar um meio termo entre a vanguarda e os novos profissionais. "Nos desafios atuais, podemos destacar o ensino médico para os nativos digitais, que é diferente da medicina das décadas anteriores. Já para o futuro, teremos que lidar com o excesso de informação e interiorização do profissional médico", conta Mário Reis.



 02/03/2018 

DOCTALKS reúne importantes nomes da medicina para debater o papel do profissional na sociedade brasileira

O que preocupa o brasileiro e o que os médicos podem fazer? Essa é a pergunta que o DOCTALKS - Médicos Liderando a Mudança quer responder.




O evento promovido pelo CCM Group em São Paulo reúne, nos dias 09 e 10 de março, os mais influentes médicos de diferentes especialidades, chefes de serviço de importantes hospitais e presidentes de associações médicas do país com o objetivo de discutir temas importantes e presentes na realidade da sociedade brasileira e na rotina do profissional da saúde como os modelos de gestão atuais, a relação entre comunidade científica e indústria farmacêutica, mudanças tecnológicas e a medicina, a visão neurocientifica da moral e do autoengano e como funciona o cérebro de um corrupto.

 

O encontro exclusivo para convidados, que acontece no Hotel Renaissance na capital paulistana, trará uma programação científica de alto nível e conta com a coordenação geral de médicos reconhecidos pela liderança em suas áreas, a saber: Dr. Balduino Tschiedel, Presidente do Instituto da Criança com Diabetes – ICD, Dr. Florentino Cardoso, Presidente da CONFEMEL e Presidente da AMB durante o período de 2011 a 2017, e Dr. Sergio Tufik - Presidente do Instituto do Sono.  

 

Nesta primeira edição, o evento apresentará o “Prêmio DOCTALKS 2018 - Personalidade Médica”, para homenagear aqueles que honram a profissão e servem de exemplo para as gerações futuras.



 01/03/2018 

A imortalidade está cada vez mais próxima graças à medicina do futuro, de acordo com palestrante do DOCTALKS

Mesmo que médicos tratem doenças de maneiras diferentes e tenham opiniões diversas sobre o método correto de lidar com certas questões da medicina, existe consenso em uma coisa: a medicina atual não consegue mais satisfazer as necessidades dos pacientes.




É com este mote que o professor de neurologia da UFRGS, Pedro Schestatsky, inicia sua aula "Seremos todos imortais?", a ser apresentada na edição 2018 do "DOCTALKS – Médicos Liderando a Mudança", evento promovido pelo CCM Group em São Paulo, que reúne nos dias 9 e 10 de março os mais influentes médicos de diferentes especialidades, chefes de serviço de importantes hospitais e presidentes de associações médicas do país.

A aula discorre sobre a medicina do futuro, que apresenta soluções de saúde mais personalizadas e eficientes para os pacientes, e não apenas contornar o problema quando as doenças aparecem.

Um dos apontamentos do professor é o fato de que a medicina atual se baseia em métodos ultrapassados para gerir a saúde das pessoas. "Cada indivíduo é um ser único, e cada indivíduo deve ser tratado de maneira diferente. Hoje, praticamos a medicina populacional que não é exata porque os resultados de testagem de remédios, por exemplo, são baseados em médias de amostragem. Se em um grupo de 1.000 pessoas, o remédio surtir um ótimo efeito em um paciente que seja, já não é suficiente para que ele seja utilizado? Atualmente, não", explica Schestatsky.

Caminhando lado a lado com este problema está a lentidão que as grades curriculares das faculdades sofrem para atualizar seus conteúdos. “A aula que eu tenho hoje na universidade é a mesma que meu pai teve décadas atrás. As faculdades de medicina caminham em um ritmo linear, enquanto a tecnologia caminha num ritmo exponencial, o que faz com que as universidades não consigam acompanhar as evoluções”, conta.

O movimento proposto pela medicina do futuro é trazer o foco para a criação da saúde, ao invés do tratamento de doenças. "No futuro, a relação de autoridade do médico com o paciente deve dar lugar a uma relação de parceria. O paciente fornecerá informações em troca de o gerenciamento de uma tecnologia do médico que prezará pela saúde dele mesmo", conta.



Highlights 2018

A primeira edição do DOCTALKS proporcionou grandes encontros e debates.

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